Viajar pela Europa durante sete semanas sozinha? Um sonho para muitos, um pesadelo para esta turista. O plano era simples: aventura, cultura, boas memórias. Mas, em vez disso, a viagem virou um festival de lágrimas. O motivo? Segundo ela, todas as cidades europeias parecem iguais!
"Cada dia é a mesma coisa: ruas cheias de gente, os mesmos edifícios europeus, lojas, compras, compras, compras… e grandes cidades que parecem todas idênticas", desabafou no Reddit. A situação piorou quando ficou doente e perdeu a voz: "Agora mal falo com as pessoas e, quando falo, só me dá vontade de chorar".
E como se não bastasse estar triste, esta mulher teve também uma crise existencial: o voo de regresso está marcado para 12 de março, mas o que fazer até lá? Voltar mais cedo e arriscar arrepender-se? Ficar e continuar triste? É um dilema digna de um filme – só que sem banda sonora e com mais lenços de papel.
A turista diz que tentou de tudo para sair da rotina turística: aulas de yoga, idas ao ginásio, noites de Netflix… mas nem mesmo um episódio de "Emily in Paris" conseguiu animá-la. O problema não é dinheiro – pode voltar para casa quando quiser –, mas sim a incerteza do que a espera no regresso. "Não tenho nada à minha espera, nenhum trabalho, nenhuma comunidade, nenhum plano para o futuro."
Nas redes sociais, os comentários dividiram-se entre empatia e sugestões práticas. "Se estás farta das mesmas coisas, devias ir para um lugar completamente diferente", aconselhou um utilizador. Outros recomendaram destinos mais inesperados, como aldeias remotas, praias desertas ou até um retiro espiritual no meio do nada.
Seja como for, a viajante terá de escolher entre continuar a sua odisseia lacrimosa ou antecipar o regresso e enfrentar o próximo grande mistério: o que fazer com a vida?