O essencial:
Portugal continental continua a enfrentar dias de calor intenso, numa semana marcada por temperaturas muito acima do habitual para o mês de maio. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou 14 distritos sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima, enquanto a Direção-Geral da Saúde (DGS) deixa vários conselhos para proteger a população dos efeitos do calor.
Europa enfrenta onda de calor fora do normal
A subida das temperaturas não está a afetar apenas Portugal. Vários países europeus, como Espanha, França e Reino Unido, também emitiram alertas devido ao calor extremo, segundo o jornal The Guardian.
As temperaturas elevadas e o tempo seco estão também a agravar o perigo de incêndio rural. No distrito de Faro, os concelhos de Loulé, São Brás de Alportel e Tavira apresentam perigo máximo de incêndio esta quinta-feira.
O que recomenda a DGS durante os dias de calor?
Entre as principais recomendações estão:
- Beber água regularmente, pelo menos 1,5 litros por dia, mesmo sem sentir sede.
- Evitar a exposição solar direta entre as 11h00 e as 17h00.
- Usar roupa leve, larga e de cores claras, de preferência que cubra a pele, e um chapéu de abas largas.
- Utilizar óculos de sol e deitar protetor solar com fator igual ou superior a 30 de 2 em 2 horas.
- Permanecer em locais frescos ou arejados, com persianas corridas durante as horas de maior calor.
- Não beber bebidas alcoólicas e com cafeína.
- Evitar refeições pesadas: almoços leves e frescos são os teus melhores aliados.
- Reduzir as atividades ao ar livre, sobretudo nas horas de maior exposição solar.
- Estar especialmente atento a idosos, crianças, doentes crónicos e pessoas com mobilidade reduzida.
Pontos a reter:
- 14 distritos de Portugal continental estão sob aviso amarelo devido ao calor.
- Alguns avisos prolongam-se até sábado.
- Há risco máximo de incêndio em concelhos do Algarve.
- A DGS recomenda hidratação frequente e evitar exposição solar nas horas de maior calor.
- Crianças, idosos e doentes crónicos são os grupos mais vulneráveis.
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