Giorgio Armani, fundador do Grupo Armani, morreu aos 91 anos, rodeado pela família, anunciou a empresa nas redes sociais. "Sr. Armani, como sempre foi chamado com respeito e admiração pelos funcionários e colaboradores, faleceu pacificamente, cercado pelos seus entes queridos. Incansável, trabalhou até os últimos dias, dedicando-se à empresa, às coleções, aos diferentes e sempre novos projetos", lê-se na publicação do Instagram.


Conhecido como "il re Giorgio" ("Rei Giorgio"), Armani construiu um império na indústria de luxo, com faturação anual de cerca de 2,3 mil milhões de euros. O seu trabalho estendeu-se para além da moda, incluindo acessórios, perfumes, joias, arquitetura de interiores e hotéis de luxo em cidades como Milão, Paris, Nova Iorque, Tóquio, Seul e Xangai, de acordo com o portal 'g1'.


Segundo a empresa, Armani manteve uma relação próxima com o público e com a comunidade, especialmente com a cidade de Milão. A sua visão criativa e atenção ao detalhe marcaram a moda italiana e inspiraram gerações de designers.


O velório decorre em Milão entre sábado e domingo, e será privado, conforme pedido do estilista. Em junho, Armani não participou nos desfiles da Semana de Moda de Milão devido a questões de saúde, mas manteve-se envolvido nos projetos da marca até aos últimos dias.


O falecimento de Giorgio Armani marca o fim de uma era e deixa um legado de elegância, inovação e influência global que continuará a moldar a indústria da moda.