Se há tema que divide gerações é este: como se deve comunicar por mensagens.


De um lado estão os Gen Z e Gen Alpha, nascidos com o telemóvel na mão e que acreditam piamente que o emoji certo pode mudar o rumo de uma conversa. Do outro lado, os Boomers e Gen X, que cresceram a escrever cartas com vírgulas no sítio certo e ainda acham que o ponto final significa apenas o fim da frase.

Pergunta de um milhão: quem é que tem razão?

Recentemente, um rapaz de 22 anos, em Nova Iorque, decidiu dar uma aula de etiqueta digital aos pais. Fez um PowerPoint (porque claro, nada mais Gen Z do que transformar drama familiar em conteúdo partilhável) e explicou que a mãe estava a usar mal o ponto de exclamação.

Segundo ele, a exclamação não é para mostrar entusiasmo. É para dizer: "Concordo contigo", "Estou na mesma situação", "Estás a ignorar-me e eu quero atenção".

A mãe não se deixou ficar. Quando o filho lhe disse que estava no mesmo bar que a Alex Cooper, a mãe reagiu com o emoji de pontos de exclamação porque estava entusiasmada. Ele: "Não, mãe, isso significa que também estás no bar. Devias ter usado o like".


E foi aqui que a internet se dividiu: uns aplaudiram a mãe. "Claro que a exclamação mostra entusiasmo! Como é óbvio!" Outros ficaram com o filho: "Regras são regras, e o Gen Z tem sempre razão (será?)".

Então, afinal quem manda? Spoiler: ninguém. A verdade é que cada geração dá o seu próprio significado aos emojis, pontuações e até às reticências dramáticas (...).


O que para um Gen Z é "meio cringe", para um Boomer é só boa educação. E está tudo bem. O mundo não vai acabar porque a tua mãe respondeu com três pontos de exclamação em vez de um coração roxo.