Passaram-se mais de cinco anos desde que o mundo entrou em confinamento, obrigando muitos a trabalhar a partir de casa. Apesar de os riscos da pandemia terem diminuído, o trabalho remoto manteve-se, evoluindo de formas distintas: algumas empresas chamam os colaboradores de volta ao escritório, outras apostam na flexibilidade e muitos profissionais ficam no meio deste “puxão de guerra”.


Segundo o "Fortune", um estudo de quatro anos da Universidade do Sul da Austrália confirma o que muitos já suspeitavam: trabalhar a partir de casa favorece o equilíbrio entre vida pessoal e profissional e isso traz mais felicidade.


Quem trabalha remotamente não só poupa tempo e dinheiro ao evitar deslocações, como consegue canalizar essas horas para coisas que realmente importam: cuidar da saúde, fazer exercício, dedicar-se a hobbies, passar mais tempo com a família ou até adiantar tarefas domésticas - quem nunca pôs a roupa a lavar entre um email ou outro?

Outro destaque está nos hábitos alimentares: mais refeições caseiras, frutas e legumes, menos gastos com almoços ou snacks do escritório.

Um dado curioso: os trabalhadores remotos ganham, em média, 30 minutos extra de descanso por noite, graças à redução de stress relacionado com deslocações e políticas internas do escritório. A pesquisa aponta que metade dos líderes sofre de "Sunday Scaries", ansiedade de domingo à noite, que diminui com o trabalho remoto.


Quanto à produtividade, há uma surpresa: ao contrário do que muitos CEO defendem, trabalhar de casa não diminui o desempenho; em muitos casos, até melhora. O segredo? Escolher trabalhar remotamente faz toda a diferença. Quando é uma decisão pessoal, e não uma obrigação, aumenta a motivação, a produtividade e o bem-estar.

Agora, está na hora de ires mostrar este texto ao teu chefe para o convenceres a fazer teletrabalho mais vezes.