Na primeira parte da entrevista com Piers Morgan, CR7 revelou novos detalhes sobre o pedido de casamento a Georgina Rodríguez e o inevitável fim da carreira. Agora, o internacional português abriu o coração sobre a morte de Diogo Jota e as metas para o próximo Mundial.


O momento mais sensível foi quando Ronaldo falou sobre a altura em que recebeu a notícia da morte de Diogo Jota, antigo colega da Seleção Nacional. "Não acreditei quando me enviaram a mensagem. Chorei muito, a Gio pode confirmar isso. Foi um momento muito muito difícil para o país, para a família, para os amigos", recordou o jogador.


Questionado sobre a ausência no funeral, o capitão esclareceu que preferiu apoiar a família em privado: "Depois da morte do meu pai, nunca mais estive num funeral. E onde eu vou é um circo. Não vou porque, se for, a atenção vai para mim", revelou. "Não preciso de estar na primeira fila. Estou a pensar na sua família, não preciso de estar nas câmaras para verem o que estou a fazer", acrescentou.



Aos 39 anos, Ronaldo continua em plena forma física e garante que o segredo está na disciplina: "Comecei a fazer ginásio aos 12 anos, tento manter uma consistência na minha vida. Durmo bem, faço uma boa recuperação, trabalho bem no ginásio. É apenas consistência, se a tiveres torna-se fácil".


Sobre o Mundial de 2026, Ronaldo admitiu que continua motivado, mas sem transformar o troféu numa obsessão: "Se Portugal ganhar o Mundial será um choque? Sim. Mas na minha cabeça não penso dessa forma. Claro que quero ganhar, mas não vai mudar a forma como vejo o futebol".