O essencial:
A maioria dos estudos aponta que beber entre três e cinco cafés por dia está associado a um menor risco de doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e algumas doenças neurológicas. A partir das seis chávenas diárias, o consumo pode começar a representar um risco para a saúde.
O impacto do consumo de café varia de pessoa para pessoa.
O que revelam os dados científicos?
Uma investigação divulgada pela 'Healthline' analisou, ao longo de vários anos, os hábitos de consumo de café de mais de 200 mil adultos, com idades entre os 25 e os 75 anos, sem historial de doenças cardiovasculares ou cancro.
Os resultados mostraram que quem consome café de forma moderada apresenta um menor risco de morte por doença cardíaca e por causas metabólicas. Os investigadores sublinharam que os maiores benefícios surgem antes do limite das cinco chávenas diárias, em particular entre três e cinco cafés por dia.
Outros estudos reforçaram esta conclusão, indicando que o consumo excessivo de cafeína (acima de cerca de 400 miligramas por dia) pode contribuir para o aumento da tensão arterial e para um maior risco cardiovascular, sobretudo em pessoas mais sensíveis.
Os especialistas alertam ainda que o impacto do café varia de pessoa para pessoa. Fatores como idade, genética, tabagismo, tipo de café consumido e até os ingredientes adicionados influenciam os seus efeitos no organismo. Pessoas com ansiedade, problemas de sono ou hipertensão, por exemplo, devem moderar o consumo.
Pontos a reter:
- O ideal é entre 3 e 5 cafés por dia para garantir benefícios para a saúde.
- O consumo moderado está associado a um menor risco de doenças cardíacas e metabólicas.
- Mais de 6 cafés por dia pode aumentar os riscos cardiovasculares.
- Os efeitos variam consoante o perfil de cada pessoa.










