Não, não são só os Trovante que cantam Florbela Espanca! Agora IOLANDA, Carolina de Deus, Os Quatro e Meia, NAPA, D.A.M.A, Luís Trigacheiro, Joana Espadinha, Mimi Froes, Cláudia Pascoal, Manuel Guerra, Edmundo Inácio, Ana Mariano, Jorge Pitacas & Marisa Liz também gravaram poemas da poetisa alentejana
O Disco-tributo à obra de Florbela Espanca, foi lançado dia 20 de março, véspera do Dia Mundial da Poesia em todas as plataformas digitais e em edição física em CD e LP.
“Florbela” conta com direção artística de João Só e as contribuições de intérpretes como IOLANDA, Carolina de Deus, Os Quatro e Meia, NAPA, D.A.M.A, Luís Trigacheiro, Joana Espadinha, Mimi Froes, Cláudia Pascoal, Manuel Guerra, Edmundo Inácio, Ana Mariano, Jorge Pitacas & Marisa Liz.
O álbum inclui 14 sonetos musicados e interpretados por algumas das vozes mais relevantes da música portuguesa atual.
Ao longo dos últimos meses, foram sendo divulgados vários avanços do disco — “Perdidamente”, d’Os Quatro e Meia, “Vaidade”, de IOLANDA, “Amor Que Morre”, dos NAPA, e “O Maior Bem”, interpretado por Carolina de Deus e " Desejos Vãos" por João Só— temas que revelaram diferentes leituras musicais da poesia da autora e que, em conjunto, somam já milhares de streams nas plataformas digitais.
Além de estarem disponíveis em todas as plataformas digitais e em edição física em CD e LP “, as canções de “ Florbela” têm também versões Lyric vídeo no YouTube criados por Carlos Quitério, também autor da ilustração do álbum.
Partindo de sonetos originais da poetisa, cada artista foi convidado a encontrar a sua própria abordagem musical, dando origem a um conjunto de canções que demonstram a riqueza interpretativa e a atualidade da escrita de Florbela Espanca.
O resultado é um disco coletivo onde diferentes linguagens musicais dialogam com uma obra literária de Florbela.
Em "Florbela" tanto podemos ouvir interpretações mais dramáticas dos sonetos da poetisa, como acontece com “Vaidade” por IOLANDA ou “Perdidamente” pelas vozes d’Os Quatro e Meia, outras mais sombrias, como é o caso de “Tarde Demais” por Cláudia Pascoal, mas também aqui se ouve otimismo e leveza, como exemplificam “Amor Que Morre” pelos NAPA, “O Meu Desejo” pelos D.A.M.A ou “A Nossa Casa” por Mimi Froes.
Florbela Espanca (1894–1930) permanece como uma das figuras mais marcantes da literatura portuguesa. A sua escrita — profundamente emotiva e confessional — continua a inspirar leitores e criadores, atravessando gerações e contextos culturais.
Florbela nasceu em Vila Viçosa, no dia 8 de dezembro de 1894 e morreu em Matosinhos, a 8 de dezembro de 1930
A sua vida, de apenas 36 anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimento, adversidades que Florbela soube transformar em poesia.
Neste álbum os seus textos ganham uma nova dimensão através da música contemporânea, aproximando a obra da autora de novos públicos e reafirmando a permanência e a relevância da sua poesia no presente.
Alinhamento de Florbela:
IOLANDA – “Vaidade”
Carolina de Deus – “O Maior Bem”
Os Quatro e Meia – “Perdidamente”
NAPA – “Amor Que Morre”
João Só – “Desejos Vãos”
D.A.M.A – “O Meu Desejo”
Luís Trigacheiro – “Só”
Joana Espadinha – “Amiga”
Mimi Froes – “A Nossa Casa”
Cláudia Pascoal – “Tarde Demais”
Manuel Guerra – “Alma Perdida”
Edmundo Inácio – “Fanatismo”
Ana Mariano – “Noite de Saudade”
Jorge Pitacas & Marisa Liz – “A Vida”







