O essencial:
Há uma nova burla associada a serviços bancários, conhecida como "spoofing", que permite falsificar o número de origem de chamadas ou mensagens, fazendo com que estas pareçam enviadas por entidades legítimas. Na prática, o cliente pode receber um contacto que surge identificado como sendo do próprio banco, quando na realidade se trata de uma tentativa de fraude.
Pressão e credibilidade: a combinação que está a enganar clientes
A partir do primeiro contacto, seja por chamada ou mensagem, os burlões simulam situações de risco, como movimentos suspeitos na conta, para induzir uma reação rápida. O objetivo é levar a vítima a divulgar códigos de autenticação, palavras-passe ou outros dados confidenciais, segundo um alerta do Banco Montepio na sua conta de Instagram.
Os contactos são muitas vezes acompanhados por linguagem semelhante à utilizada pelas instituições oficiais e podem surgir através de vários canais, como chamadas, SMS ou e-mail.
Perante este cenário, os bancos reforçam que nunca solicitam informações sensíveis por estes meios e que qualquer pedido desse género deve ser encarado como suspeito. A recomendação é ignorar o contacto e confirmar a situação diretamente com a instituição, através dos canais oficiais.
O que podes levar daqui?
O que é o "spoofing"?
É uma técnica que permite falsificar números ou remetentes para simular contactos legítimos, como os de um banco.
Como atuam os burlões?
Criam situações de urgência para levar a vítima a agir rapidamente e a partilhar dados confidenciais.
Que sinais devem levantar suspeitas?
Pedidos de códigos, palavras-passe ou mensagens com links inesperados e urgentes.
Os bancos pedem dados por telefone ou SMS?
Não. Nenhuma instituição pede informações sensíveis por esses meios.
O que fazer se receber um contacto suspeito?
Desligar e contactar diretamente o banco através dos canais oficiais.








