O essencial:

A presença do mosquito "Aedes albopictus" em território nacional continua a aumentar, segundo os dados mais recentes do relatório REVIVE - Rede de Vigilância de Vetores. O inseto, transmissor de doenças como dengue, zika e febre-amarela, foi identificado em mais concelhos durante 2025, subindo para 28 o total de zonas com registo confirmado.


Expansão gradual ao longo dos últimos anos

A espécie foi detetada pela primeira vez no Norte de Portugal em 2017 e, desde então, tem vindo a alargar progressivamente a sua presença no país, de acordo com o Observador.


Entre os novos locais identificados estão municípios da Área Metropolitana de Lisboa, como Lisboa, Oeiras, Almada e Sesimbra, confirmando a expansão para zonas urbanas e densamente povoadas. Para além destes, estão presentes também em vários concelhos do Norte e do Centro do país, bem como em alguns municípios do Alentejo e do Algarve.


Como prevenir a presença de mosquitos?

As autoridades de saúde sublinham que a prevenção começa sobretudo em casa e nos espaços exteriores. Evitar água parada em vasos, pratos de plantas, recipientes, baldes ou outros objetos é uma das medidas mais eficazes, uma vez que estes locais funcionam como pontos de reprodução dos mosquitos. Em casa, há ainda uma planta que deves ter porque os mosquitos odeiam.


O uso de redes mosquiteiras em janelas, repelentes adequados e roupa que cubra a pele em zonas de maior exposição também ajuda a reduzir o risco de picadas. A manutenção de piscinas e reservatórios de água devidamente tratados e cobertos é igualmente importante para impedir a proliferação do inseto.


Pontos a reter:

  • Mosquito transmissor de dengue já foi identificado em 28 concelhos em Portugal.
  • A expansão inclui novas áreas da região de Lisboa.
  • A vigilância nacional envolve várias regiões e milhares de amostras.
  • A prevenção passa por eliminar água parada e usar proteção contra picadas.