O essencial:
Portugal não dispõe atualmente de reservas estratégicas de alimentos semelhantes às existentes noutros países europeus, mas o Governo quer mudar esse cenário nos próximos anos, de acordo com o Observador. O plano prevê recuperar e modernizar silos, criar novas infraestruturas de armazenamento e envolver empresas privadas na criação de reservas mínimas de segurança alimentar. Entre os produtos considerados prioritários estão cereais, oleaginosas e conservas de peixe, sobretudo sardinha e cavala.
Governo quer reforçar capacidade de resposta em situações extremas
Ainda não foram divulgadas as quantidades exatas de alimentos que deverão ser armazenadas nem o período de autonomia que o país pretende garantir em caso de crise, revelou Jorge Henriques.
Europa está a reforçar reservas alimentares
Pontos a reter:
- Portugal quer criar reservas estratégicas de alimentos pela primeira vez.
- O investimento previsto ronda os 200 milhões de euros.
- Cereais, oleaginosas e conservas de peixe estão entre os produtos prioritários.
- Empresas privadas deverão receber apoios para armazenar alimentos.
- O objetivo é reforçar a resposta a crises como guerras, apagões ou catástrofes naturais.
- Vários países europeus já mantêm reservas alimentares há décadas, segundo o Observador.
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