Dia 15 de maio, uma semana depois de cantar no espetáculo da RFM no Campo Pequeno, Bárbara Tinoco lançou “Hormonal”,


Hormonal

"Hormonal", o terceiro album de de Bárbara Tinoco é um disco conceptual e um diário aberto para a sua filha

já disponível em todas as plataformas digitais, este album conta com 17 faixas.

As músicas falam de amor, maternidade, separação, desejo, identidade e as múltiplas contradições emocionais de ser mulher, contado quase como um diário aberto à sua filha, Masha.


Um dos discos mais pessoais da sua carreira

Ao longo do disco, Bárbara Tinoco constrói uma narrativa contínua, feita de ligações líricas entre canções, referências cruzadas e símbolos emocionais que se repetem, num trabalho pensado para ser ouvido do princípio ao fim.

A sonoridade do álbum afasta-se frequentemente do imaginário mais previsível associado à artista, sem nunca perder a sua identidade enquanto autora.

Entre ironia, vulnerabilidade e consciência emocional, “Hormonal” é um dos discos mais pessoais da carreira de Bárbara Tinoco.

O álbum conta ainda com participações de Mari Froes, no tema “Tem Lá Uma Tristeza”, lançado há alguns meses como single isolado, mas que se revela agora uma das peças mais simbólicas e centrais de todo o disco, e Carolina Deslandes, duas artistas que, como a própria Bárbara descreve, “lhe fizeram companhia no pós-parto”, acrescentando ao álbum uma dimensão ainda mais íntima e afetiva.

Bárbara Tinoco irá apresentar o novo disco em digressão, de norte a sul do país, ao longo deste verão e, em janeiro de 2027, arranca a tour “Tem Lá Uma Tristeza – Cordas em Concerto”, na qual se apresentará num formato inédito para a artista, com dois violinos, duas violas, um violoncelo e um contrabaixo.

O lançamento de “Hormonal” surge numa altura em que Bárbara se tornou na primeira cantora portuguesa a estrear um concerto na Disney+.

Bárbara Tinoco é ainda, pela segunda vez, a artista nacional mais ouvida no Spotify em território português.



Bárbara Tinoco explica " Hormonal":

"Este é um álbum conceptual. O álbum conta à Masha, a minha filha, como é que me apaixonei pelo seu pai. Que mulherzinha não mataria para poder ler o diário da sua mãe?

A nossa história de amor não é convencional, devo confessar — mas sobre o que é que eu escreveria, se fosse?

O disco é sobre a menina antes da mulher, a mulher antes da mãe, a mãe antes do pai. Sobre o nosso romance ao estilo de Anna Karénina, sem o final trágico, devo acrescentar. É sobre a nossa separação e como nunca conseguimos ficar muito tempo longe um do outro. É sobre a Masha — ela, que é verdadeiramente o final feliz da nossa história de amor. É sobre ser mãe e ser artista. É sobre as várias dores de ser mulher. É sobre a Masha outra vez.

Uma das coisas que mais amo no disco são as conexões líricas entre as canções, a sonoridade e a forma como as palavras “Mãe” e “Pai” aparecem nas canções menos expectáveis (“MILF” e “DADDY ISSUES”). A última canção do disco é cantada pela madrinha da Masha, Carolina Deslandes, e é o final perfeito para o disco.

As duas vozes femininas que aparecem no disco comigo, Mari Froes e Carolina Deslandes, são as vozes que me fizeram companhia no pós-parto da Masha. Para mim, é absolutamente mágico tê-las comigo neste disco.

Acho que não é o álbum que as pessoas esperam que a Bárbara, grávida e mãe, escreva. E, ao mesmo tempo, é — e, ao mesmo tempo, não.

Estou muito orgulhosa do álbum. Assustada de o pôr cá fora. Feliz de o pôr cá fora. Assustada outra vez. Todos os sentimentos certos."