A última matrícula, 99-ZZ-99, como a conheciamos até então – números-letras-números – foi emitida a fevereiro deste ano, depois de se esgotarem todas as combinações possíveis.


Agora, as novas matrículas não têm traços, o ano, nem o mês de emissão, há mais espaço branco e mais letras, segundo o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT).

A inclusão de dois conjuntos de letras – letras-números-letras – permite que estas matrículas tenham uma duração maior. As anteriores vigoraram 15 anos e prevê-se que estas possam durar 45 anos.



Esta durabilidade ainda poderia ser maior, mas algumas combinações estão proibidas para evitar a formação de palavras obscenas ou inócuas como “rato”, “pato”, “peru”, “bola”, “bolo”.


Segundo o jornal “Expresso”, que cita o IMT, o sistema que cria as novas matrículas já está programado para impedir a utilização simultânea de vogais no fim do primeiro e do segundo conjunto de letras e a exceção só deverá acontecer quando qualquer um dos dois conjuntos de letras registar uma vogal repetida.


Já tinhas reparado nas novas matrículas? Só é obrigatório trocar a antiga pela nova no caso de carros matriculados após 2 de março de 2020.