O País de Gales entrou em confinamento, no dia 23 de outubro, e assim ficaaté 9 de novembro. Durante este período, os supermercados estão proibidos de vender objetos não essenciais, como livros, roupa e utensílios domésticos.


Esta é uma nova medida do Governo, para conter a disseminação do novo coronavírus, e está a gerar polémica.


Para o primeiro-ministro, é uma forma de garantir “condições iguais” para todos os comerciantes, uma vez que durante o confinamento só estarão abertos os supermercados, farmácias e parafarmácias.


Assim, como as lojas de roupa, livrarias e outras que vendem objetos não essenciais estão fechadas, os supermercados também não poderão vender este tipo de produtos.


O País de Gales adotou o chamado “circuit breaker” ou “corta-fogo”: o confinamento de 15 dias que permite quebrar cadeias de transmissão e tentar ganhar tempo, enquanto os serviços de saúde recuperam de uma quase total taxa de ocupação de camas em cuidados intensivos.


É semelhante ao confinamento de março, com a diferença de que tem um período de tempo fixo e curto. Com duas semanas já será possível, pelo menos, quebrar cadeias de infecção de modo significativo.