Governo vai proibir a venda de tabaco em festivais de música
FOI APROVADO, ESTA QUINTA-FEIRA, O PROJETO DE LEI QUE VAI PROIBIR A VENDA DE TABACO EM MÁQUINAS AUTOMÁTICAS E O SEU CONSUMO EM FESTIVAIS DE MÚSICA
Nos últimos dias, têm surgido notícias sobre medidas que vários países estão a impor contra o consumo do tabaco. São exemplos a Nova Zelândia, que proibiu de forma vitalícia a venda de tabaco a jovens, e a Austrália, que vai proibir os cigarros eletrónicos.
E, agora, surgiu uma notícia que toca especialmente os portugueses que fumam.
Foi aprovado em Conselho de Ministros, esta quinta-feira, um projeto de lei que vai interditar que se fume em espaços ao ar livre "junto de edifícios públicos como hospitais, centros de saúde, escolas ou faculdades", a entrar em vigor ainda em outubro deste ano, de acordo com a CNN Portugal. Além disso, o projeto de lei vai também restringir a venda de tabaco a tabacarias.
Mas há mais!
O mesmo projeto de lei contem ainda a proibição de venda de tabaco em máquinas automáticas e ainda o seu consumo em festivais de música.
Isto quer dizer que, segundo a CNN Portugal, "deixa de ser possível a venda de tabaco direta ou através de máquinas de venda automática em locais como restaurantes, bares, salas e recintos de espetáculo, casinos, bingos, salas de jogos, feiras, exposições".
E, se até ao momento, já não se fumava em locais fechados, passa também a ser proibido fumar em alguns locais abertos, como os festivais de música.
A Secretária de Estado da Promoção da Saúde, Margarida Tavares, revelou à agência Lusa, citada pela CNN Portugal, que "nos festivais de música, onde há um marketing até bastante agressivo no sentido de promover a compra e a utilização de tabaco e até de outros produtos de tabaco, nomeadamente tabaco aquecido, vai ser proibido vender estes produtos".
Posto isto, vai "deixar de haver locais públicos onde seja possível fumar", à exceção de alguns espaços, como restaurantes, bares, discotecas, que instalaram, entretanto, equipamentos que permitem "ter espaços separados e protegidos para fumadores" e que vão poder manter até 2030.
O objetivo destas medidas mais drásticas é a "promoção da saúde", que passa por "desincentivar o consumo do tabaco e limitar o acesso, sobretudo aos mais jovens, para que não comecem a fumar", sendo que o objetivo é "criar uma geração livre de tabaco até 2040".
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