Boas notícias: estudo diz que as pessoas são melhores do que aquilo que pensamos
O nosso pessimismo sobre as outras pessoas muitas vezes não corresponde à realidade, revela estudo
Este é o texto que precisas de ler para reestabelecer alguma fé na humanidade. Afinal, nem tudo é assim tão mau quanto pensamos. Pessoa que pensas demasiado, isto é para ti!
Vivemos na era dos feeds infinitos e das manchetes sensacionalistas, onde parece que o mundo está virado ao contrário. Ser otimista nos dias que correm é coisa de corajosos. Com tanta notícia má que há por aí acabamos a acreditar que a humanidade está cheia de pessoas egoístas e desonestas. Mas e se estivermos enganados?
De acordo com o "World Happiness Report 2025", estamos mesmo. Na verdade, os humanos são bem mais bondosos do que aquilo que imaginamos. Como é que sabemos disto? Através do famoso "teste da carteira perdida".
O conceito é simples: se alguém encontrar uma carteira no chão, devolve-a ou fica com ela? A maioria das pessoas assume que só uma pequena percentagem irá devolver a carteira. No entanto, os dados provam o oposto: na realidade, as pessoas têm o dobro da probabilidade de a devolver do que aquilo que se pensa. E há mais: se houver dinheiro dentro, a probabilidade de devolução é ainda maior! Sim, isso mesmo.
Estes resultados não são novidade. O teste tem sido repetido ao longo dos anos e os dados são consistentes: a humanidade é muito mais honesta e solidária do que imaginamos. O relatório conclui que somos demasiado pessimistas em relação ao próximo, e essa perceção errada tem impacto direto na nossa felicidade. Quanto mais confiamos que os outros vão fazer o bem, mais felizes somos. Ou seja, se confiássemos mais uns nos outros, seríamos automaticamente mais felizes.
E o impacto desta crença é grande! O relatório afirma que acreditar que nos devolveriam uma carteira perdida tem um efeito mais positivo na satisfação com a vida do que duplicar o rendimento. Sim, leste bem. Confiar na humanidade traz mais felicidade do que um aumento de ordenado!
Mas há mais: o estudo destaca que a chave para o bem-estar está nas relações humanas. Ter dinheiro e saúde ajuda, claro, mas nada bate os laços sociais. Jantar com amigos, confiar nos outros e sentir-se parte de uma comunidade são fatores determinantes para uma vida feliz. Jan-Emmanuel De Neve, professor de economia e editor do relatório, afirma: "Em tempos de isolamento social e polarização política, precisamos de encontrar formas de reunir as pessoas à mesa novamente – isso é crucial para o nosso bem-estar individual e coletivo".
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